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Após a morte do médico no Rio de Janeiro em um roubo de Bike, começamos a desenvolver uma solução que pudesse contribuir para inibir essa ação de bandidos,  fomos a diversos países em busca de algo consistente e encontramos e  nos levou a criar a Startup Bikelock Brasil. Ela nasce de um acordo operacional com […]
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Após a morte do médico no Rio de Janeiro em um roubo de Bike, começamos a desenvolver uma solução que pudesse contribuir para inibir essa ação de bandidos,  fomos a diversos países em busca de algo consistente e encontramos e  nos levou a criar a Startup Bikelock Brasil. Ela nasce de um acordo operacional com uma empresa Americana com  presença em vários países.

 

É um sistema de Proteção as Bikes, com tecnologia avançada(NFC, RFID, Certificado Icp Brasil, Bikelockdots, Etiquetas com Hologramas, Sistema UV, DNABIKE, Transponder(op), Ibeacon 4.0(op) App Android, Iphone) que irá identificar toda a bicicleta e partes da mesma(Peças), não é simplesmente uma etiqueta colada no quadro da BikeSucesso na Europa, Ásia, Austrália, EUA e África do Sul. www.bikelock.com.br

Os Benefícios do Sistema e suas funcionalidades:

O sistema BIKELOCK, que propõe o aumento da segurança dos usuários, por meio do registro único de ciclistas (criando o DNA da Bike com diversas tecnologias) e bicicletas, possibilitando a identificação da bicicleta e do dono, de forma rápida e simples, além de informar se a bicicleta é roubada ou não. A plataforma também permite contato direto com o dono da bicicleta roubada, criando possibilidades reais de devolução, caso ela seja recuperada.

Após o registro, que terá certificado de atributo digital ICP Brasil, a bicicleta ficará em nome do proprietário e somente ele poderá alterar ou cancelar o registro, acionar alerta de roubo e transferir a bicicleta para outra pessoa. Fazendo isso o proprietário estará contribuindo com o combate ao comércio de bicicletas roubadas/furtadas no Brasil.bicicletas-roubadas-em-grande-numero-no-rio-de-janeiro1

O objetivo do sistema BIKELOCK é estimular a mobilidade urbana de maneira sustentável, promover a segurança do ciclista, combater o roubo, dificultar a comercialização e auxiliar na recuperação e devolução de bicicletas roubadas/furtadas no país.

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A Delegacia de Furtos e Roubos (DFR) de Curitiba recuperou, nas últimas semanas, oito bicicletas com um alto valor de mercado, furtadas e roubadas por uma quadrilha especializada no furto e roubo de bicicletas, que age na capital. No percurso das investigações, os receptadores das bicicletas foram identificados e autuados pela polícia. Quem perdeu sua […]
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A Delegacia de Furtos e Roubos (DFR) de Curitiba recuperou, nas últimas semanas, oito bicicletas com um alto valor de mercado, furtadas e roubadas por uma quadrilha especializada no furto e roubo de bicicletas, que age na capital. No percurso das investigações, os receptadores das bicicletas foram identificados e autuados pela polícia.

Quem perdeu sua bicicleta pode entrar em contato com a DFR pelo telefone: 32186100.

bicicleta

(Foto: Polícia Civil)

A DFR também desarticulou, na manhã da última quinta feira (23), uma quadrilha especializada em furto a farmácias. Quatro pessoas foram flagradas pela polícia cometendo o delito em uma farmácia na região do bairro Cajuru.

Beatriz Gonçalves, 23 anos, Janaina Cristine de Andrade Santos, 23 anos e dois adolescentes, um de 17 anos e outro de 15, foram abordados no momento do crime por policiais da DFR.

De acordo com informações constatadas pela polícia, Beatriz já é conhecida no meio policial por possuír diversos antecedentes criminais pelo delito de furto. Ambas foram presas em flagrante. Já os adolescentes foram ouvidos e entregues aos responsáveis.

“Um trabalho específico voltado para desarticular essas quadrilhas está sendo realizada pela DFR. As investigações já estão surtindo resultados positivos, com a prisão de integrantes da quadrilha especializada no furto a farmácias, como também na recuperação de várias bicicletas furtadas e roubadas”, afirma Rafael Vianna.

As investigações levantaram ainda que a quadrilha que agia nas farmácias é suspeita de ter praticado furtos em comércios de Curitiba e região metropolitana. As investigações seguem no sentido de identificar outras pessoas envolvidas.

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O que era apenas um indivíduo suspeito revelou muito mais. Em patrulhamento de rotina, a Polícia Militar acabou encontrando drogas e diversas bicicletas caras resultado de furtos. São seis bicicletas. Elas estão no 2º Distrito Policial,  que fica na Rua Baltazar Carrasco dos Reis, 2610, Rebouças. O telefone é (41) 3332-0110. A polícia compartilhou as fotos das […]
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O que era apenas um indivíduo suspeito revelou muito mais. Em patrulhamento de rotina, a Polícia Militar acabou encontrando drogas e diversas bicicletas caras resultado de furtos. São seis bicicletas. Elas estão no 2º Distrito Policial,  que fica na Rua Baltazar Carrasco dos Reis, 2610, Rebouças. O telefone é (41) 3332-0110.

A polícia compartilhou as fotos das bicicletas no Facebook e procura os donos. 

veja a reportagem completa aqui

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Colecionadores  fazem encontro de Bikes antigas em Sampa——-   Bike é Legal —– 18/10/2016 05h00 ——-   No primeiro domingo do mês de novembro (06/11), acontecerá a primeira edição do Giro Vecchio – Pelotão das Antigas. O evento organizado pelo Sampa Bikers quer reunir dezenas de bicicletas speed de época e ciclistas vestidos a caráter. […]
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Colecionadores  fazem encontro de Bikes antigas em Sampa——-

 

Bike é Legal —–

18/10/2016 05h00 ——-

 

No primeiro domingo do mês de novembro (06/11), acontecerá a primeira edição do Giro Vecchio – Pelotão das Antigas. O evento organizado pelo Sampa Bikers quer reunir dezenas de bicicletas speed de época e ciclistas vestidos a caráter. Algo no estilo da já conhecida Tweed Ride. Veja abaixo como foi a edição da Tweed Ride 2015:

Esse primeiro pedal irá homenagear dois ciclistas que acumulam muitos anos de pedal: Eduardo Puertolallano e Otoni Gali Rosa. 

Saiba também: Além de ciclistas, Otoni Gali é um grande pintor. Conheça sua obra! 

Eduardo Puertollano González (82) é um ex-ciclista uruguaio. Representou Uruguai em três provas durante os Jogos Olímpicos de 1956, na Austrália. Atualmente, vive em São Paulo e é proprietário da Puertolollano Bike Store. 

Como participar

A participação é gratuita! Para confirmar sua inscrição é necessário enviar um email paraqueropedalar@sampabikers.com.br, com nome, telefone de contato e uma foto da bicicleta junto a suas especificações.

Onde e quando

O ponto de encontro será no Parque do Povo-SP, em frente ao prédio da administração e ao lado das quadras de esportes. A saída está prevista para às 10h do dia 16 de novembro.

Na vídeo rreportagem abaixo, você confere o encontro de bikes antigas que rola na Avenida Paulista todo segundo domingo do mês:

veja também no twitter da @rfalzoni

http://bikeelegal.com/noticia/4809/colecionadores-fazem-encontro-de-bicicletas-speed-antigas-em-sp_-saiba-como-participar_[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]

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Leiam a matéria publicada na Folha de São Paulo, na Coluna Cotidiano!! Ciclistas criam estratégias para escapar de roubos e furtos de bicicletas em SP THIAGO AMÂNCIO LEANDRO MACHADO DE SÃO PAULO 01/09/2016 02h06 Alvo de tentativa de assalto numa ciclovia de Perdizes (zona oeste) que lhe rendeu uma queda e 17 pontos na cabeça, […]
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Leiam a matéria publicada na Folha de São Paulo, na Coluna Cotidiano!!

Ciclistas criam estratégias para escapar de roubos e furtos de bicicletas em SP

THIAGO AMÂNCIO
LEANDRO MACHADO
DE SÃO PAULO
01/09/2016 02h06

Alvo de tentativa de assalto numa ciclovia de Perdizes (zona oeste) que lhe rendeu uma queda e 17 pontos na cabeça, a publicitária Patricia Moreira, 38, decidiu tapar com uma fita a marca de sua bicicleta –elétrica e dobrável, avaliada em R$ 3.500– para não chamar mais atenção.
A jornalista Julyana Rosa, 31, tem uma bike de R$ 1.000, mas costuma usar com mais frequência outra, de R$ 300, para evitar roubos. Mesmo assim, ladrões tentaram levar sua bicicleta no domingo (28) na ciclovia da avenida Paulista –ela conseguiu fugir.

No caso do entregador e fotógrafo Paulo Preto, 49, a bicicleta é instrumento de trabalho. Ele não pode perder seu ganha-pão, mas evita as ciclovias debaixo do Minhocão e da marginal Pinheiros, à noite.
Roubo d Paulo
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O motivo é que, nesses e em outros pontos, sobram relatos de roubos e furtos de bicicletas em São Paulo, problema que tem levado ciclistas a traçar diversas estratégias.
A rede de ciclovias na capital paulista teve forte expansão, com mais de 340 km nos últimos três anos. Mas os usuários se queixam da falta de policiamento e iluminação.
A atriz Alessandra Reis, 45, já teve, com seu marido, quatro bicicletas furtadas. “Mas não vou deixar de andar”, diz ela, que não deixa mais a bicicleta trancada na rua, sempre procura um estacionamento ou carrega a bike para dentro dos locais aonde vai.

ALTO PADRÃO
Na av. Sumaré, a ciclista Thais Serra, 27, foi assaltada, agredida e chegou a desmaiar no último dia 10. O relato viralizou nas redes sociais. A bicicleta valia R$ 4.250 e tinha seguro contra roubos.
Dados fornecidos via Lei de Acesso à Informação ao portal Fiquem Sabendo e confirmados à Folha pela Secretaria de Segurança Pública apontam que, no primeiro semestre, as delegacias com mais registros de roubos de bicicletas foram as de Pinheiros (90 casos), Perdizes (44) e Jardins (39), bairros de alto padrão na zona oeste.

Para Daniel Guth, presidente da Ciclocidade (Associação dos Ciclistas Urbanos de São Paulo), a segurança dos ciclistas não pode estar associada ao comportamento deles, mas deve ser responsabilidade do poder público.
“Há mais roubos de bicicletas onde há bicicletas caras, onde a desigualdade social é mais evidente. A questão é mais profunda que só policiamento”, afirma.

O prefeito Fernando Haddad (PT) prometeu em 2014 que colocaria 1.200 guardas civis metropolitanos com bicicletas rondando as ciclovias, um a cada 300 metros. A reportagem não encontrou nenhum desses agentes municipais em sete dessas pistas visitadas nesta semana –e só viu PMs em duas.
Na ciclovia da Radial Leste, a Folha contou mais de 20 lâmpadas queimadas e um cenário de total escuridão próximo à estação Penha do metrô. Também há pontos escuros, por exemplo, na av. Sumaré, na altura da praça Irmãos Karmam, e na via para bicicletas da av. Braz Leme, perto da rua dos Tibães.
O mesmo acontece em trechos da ciclovia da margem oeste da marginal Pinheiros, administrada pelo Metrô, da gestão Geraldo Alckmin (PSDB), que, depois de relatos de roubos, ganhou o apelido de “ciclofaixa de Gaza”.
As vias para bikes da Paulista, Faria Lima e Minhocão possuem boas condições de iluminação, ainda que haja outras armadilhas na sinalização e conflito com pedestres, que também podem trazer risco aos ciclistas.
O Estado anunciou na sexta (26) que fará um cadastro de chassis de bicicletas, para rastrear as roubadas, mas ainda não há prazo. Enquanto isso, há sites na internet usados por ciclistas para tentar recuperar as bikes —a partir do modelo e local do roubo.

REFORÇO DO GOVERNO
A Secretaria da Segurança Pública, do governo Geraldo Alckmin (PSDB), diz que reforçou o policiamento nas regiões que tiveram relatos de roubos de bicicletas e onde há grande fluxo de ciclistas.
A gestão Fernando Haddad (PT) diz que o combate a esses crimes é responsabilidade do Estado, mas não responde sobre o anúncio do prefeito de que haveria 1.200 guardas municipais nas ciclovias. Ela só afirma que a GCM (Guarda Civil Metropolitana) realiza rondas com bicicletas na região central e nos parques do Carmo (zona leste) e Ibirapuera (zona sul), mas sem dizer com qual efetivo.

A prefeitura diz ainda que a iluminação das ciclovias da Braz Leme e Sumaré está em pleno funcionamento, que estuda um projeto específico para essas ciclovias e que fará vistoria na Radial Leste.
Segundo a secretaria estadual, houve nos últimos sete meses 168 prisões de suspeitos de roubos e furtos de bicicletas na área do 23º DP (Perdizes), que atende a Sumaré. Nos últimos dias, diz, três foram presos na Paulista e região da USP (zona oeste).

O secretário Mágino Alves Barbosa Filho (Segurança) receberá nesta quinta (1º) cicloativistas para discutir detalhes da resolução que vai identificar os números de séries das bicicletas nos BOs.

DE VOLTA AO CARRO
A publicitária Patricia Moreira, 38, fazia o mesmo trajeto há dois anos: saía do trabalho em Pinheiros e pedalava até sua casa, em Perdizes, na zona oeste de São Paulo. Numa quarta-feira de março, descia pela ciclovia da av. Paulo 6º em direção à Sumaré. Quando passou sob um viaduto, dois jovens fecharam a pista.
“Ou passava por cima e machucava todo mundo ou desviava”, conta. Decidiu pela segunda opção. Ao subir na grama, caiu e bateu a cabeça na guia. “Ouvi um claque. Botei a mão na cabeça e senti o rombo. Eles ainda vieram e tentaram puxar a bicicleta”, conta ela, cuja bike, elétrica, custou R$ 3.500.
“Como minha perna estava em cima, gritei. Começou a chegar mais gente e eles fugiram”, conta. Levou 17 pontos na cabeça. Antes de voltar a pedalar, resolveu tapar a marca da bicicleta, no quadro, com uma fita preta. Assim, evitaria que ladrões se interessassem por ela.
Já na primeira vez, achou que uma pessoa a seguia. Com medo, desistiu. Ficou a frustração de não se sentir mais segura. “Hoje, infelizmente, vou trabalhar de carro”, diz.

veja a matéria na integra no aqui

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  Registro e monitoramento de bicicletas Em tempos de conquista de medidas na esfera da mobilidade urbana, a instalação de ciclovias ganha destaque merecido, ao mesmo tempo em que provoca diferentes reações da população, tanto de apoio quanto de repúdio. As primeiras revelam sensibilidade aos potenciais efeitos benéficos, individuais e coletivos, advindas do uso da bicicleta […]
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Registro e monitoramento de bicicletas

Em tempos de conquista de medidas na esfera da mobilidade urbana, a instalação de ciclovias ganha destaque merecido, ao mesmo tempo em que provoca diferentes reações da população, tanto de apoio quanto de repúdio. As primeiras revelam sensibilidade aos potenciais efeitos benéficos, individuais e coletivos, advindas do uso da bicicleta e, numa esfera mais ampla, do investimento em modalidades de transporte alternativas àquelas já conhecidas e que implicam em elevado custo financeiro e ambiental. As reações de repúdio, por sua vez, estão em sintonia com elementos como a redução de espaços urbanos dedicados às vias usadas para motocicletas, automóveis e ônibus, a redução da velocidade para o compartilhamento de vias públicas pelos automóveis, motocicletas, ônibus e as bicicletas, por exemplo.

No campo da justificativa para modificação de ruas e avenidas para a instalação e/ou expansão do sistema de ciclovias, é intensa e aberta a discussão sobre os potenciais benefícios do uso de bicicletas como meio de locomoção, seja para o esporte e/ou lazer, ou para o transporte de pessoas para o trabalho e/ou a escola, ou para outras finalidades.

De acordo com profissionais ligados à saúde e às questões ambientais, a redução de custo e potencial melhoria das condições de saúde e da qualidade de vida do usuário são apenas os benefícios diretos e isolados do uso da bicicleta. Estudos sugerem que políticas de transporte de baixo custo, como é o caso da infraestrutura para a instalação de ciclovias, tendem a trazer retornos financeiros em longo prazo, na medida em que promovem saúde pública e benefícios ambientais.

Passeios Bikelock

Passeios promovidos pela Bikelock

Um desses estudos foi realizado por pesquisadores da Nova Zelândia, país marcado por condutas direcionadas à preservação ambiental e desenvolvimento sustentável. Publicado na revista norte-americana científica Environmental Health Perspectives, o estudo propõe que para cada dólar gasto com a construção de ciclovias, as cidades podem economizar até 24 dólares, em virtude da redução de custos com saúde, poluição e tráfego.

Nesse contexto de resultados positivos do uso de bicicletas como meio de locomoção para as mais diversas finalidades, temos testemunhado o advendo das “bicicletadas” e tem se tornado comum encontrarmos pessoas pilotando suas bicicletas, sozinhas ou em grupo, em ciclovias especialmente reservadas para esta finalidade, ou mesmo em vias comuns. Tal fenômeno evidencia uma evolução na direção de um sistema de transporte mais democrático e uma melhoria da mobilidade urbana, em consonância com a filosofia tão “em voga” na sociedade atual da busca por formas de desenvolvimento sustentável.

Como propõe André Trigueiro, no blog “Mundo Sustentável” (http://www.mundosustentavel.com.br)

Promover a bicicleta é também promover a democracia e a igualdade social. Uma cidade com um bom planejamento cicloviário garante a qualquer cidadão em uma simples bicicleta os mesmos direitos de ir e vir que aqueles que circulam em carros luxuosos. Por esses e outros motivos ela é um dos muitos canais para se resolver o problema da imobilidade urbana e do sedentarismo. No entanto ela é acima de tudo um símbolo. Uma invenção que se equilibra em movimento, torna mais saudável quem pedala sem poluir o ar que respiramos, pode ser usada por ricos e pobres, crianças e idosos. Promove ainda a integração dos espaços públicos e favorece a aproximação entre as pessoas.

Há que se considerar, entretanto, uma estimativa assustadora: muitos ciclistas tem sido atacados de forma violenta por bandidos que levam suas bicicletas e/ou o que mais o usuário portar. Isso equivale a dizer que, ao lado dos riscos previstos, de quedas e de acidentes, sobretudo relacionados à violência do trânsito, excessivamente marcado por altas velocidades, o público usuário torna-se vulnerável a assaltos e furtos, o que ocasiona obviamente um abalo financeiro importante e até mesmo um risco à própria vida.

Ataques a ciclistas tem sido registrados, especialmente em grandes cidades. Em muitos casos os usuários são feridos, ou até mortos, como ocorreu com o médico Jaime Gold, quando o mesmo pedalava na Lagoa Rodrigo de Freitas, no Rio de Janeiro, na noite de 19 de maio de 2015. O evento teve um triste desfecho e denunciou um risco infelizmente não isolado, inclusive com relatos de ataques semelhantes no mesmo local.

Naturalmente o fato do médico mencionado ter tido sua vida ceifada anula a importância do furto da bicicleta no evento citado. Contudo vale dizer que os adolescentes envolvidos tinham histórico de roubos de bicicletas. Ao se deparar com bicicletas roubadas por um dos suspeitos, que passagens pela polícia por diferentes crimes, as autoridades envolvidas ressaltaram que não haviam dados que os pudesse levar aos proprietários das bicicletas, o que ajudaria a compreender a verdadeira dimensão desse e de outros crimes.

É nessa base que se fundamenta o presente projeto, que propõe um sistema que confira aumento da segurança dos usuários: o SMARTBIKE, que se refere ao emprego do certificado de atributo para o cadastramento de bicicletas e monitoramento por satélite.

Trata-se de um sistema em que o usuário, proprietário de bicicletas, se cadastra num sistema nacionalmente padronizado para a identificação de bicicletas, através do número de série e/ou outras informações de interesse. Após o cadastramento o usuário paga uma pequena taxa, que passa a ser mensal, e com isso recebe um ship de identificação, que poderá inserir, via assistência técnica, num local discreto, em sua bicicleta. Se sua bicicleta for roubada, nesse caso, poderá ser monitorada, mas a relevância maior de uma medida como esta seria aumentar a segurança dos usuários, na medida em que inibiria a tentativa de furto.

Cadastramento e monitoramento de bicicletas

Cadastramento e monitoramento de bicicletas

Para fundamentar o projeto são apresentados, a seguir, algumas considerações que tratam de:

1) enaltecer a importância do uso da bicicleta como meio de locomoção para os mais variados objetivos, referidos anteriormente, e, consequentemente, do estabelecimento de ações para a disponibilização de estruturas para o uso, em consonância com o desenvolvimento sustentável, a preservação do ambiente e da saúde, em nível individual e coletivo; e

2) discorrer sobre a aplicabilidade e procedência no emprego de um sistema como o aqui apresentado, visando contribuir  para a segurança do usuário e a inibição do furto.[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]

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