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O problema do transporte nas grandes cidades…

transporte publico precario

Transporte publico precário

Boa parte das metrópoles brasileiras não tem conseguido viabilizar, de forma satisfatória, um dos direitos fundamentais das pessoas: o direito de ir e vir. Nas grandes cidades, onde o transporte público é vital, os usuários encontram diversos problemas, como a insuficiência de veículos (trens, metrô, ônibus, etc), a superlotação e seus diversos desdobramentos, como o aumento do risco para os usuários, desconforto, atrasos para chegar ao trabalho, à escola ou a outros locais, o sucateamento das frotas, colocando usuários em risco de vida, o longo tempo de espera e a precariedade nas estações e paradas, expondo as pessoas à violência e a outros transtornos.
Resultado do intenso crescimento das cidades e de sua urbanização, com predomínio do automóvel em detrimento do transporte público, a precária condição de mobilidade encontrada nas metrópoles pede soluções que envolvem o planejamento e investimentos em serviços de transporte público.

A solução: a bicicleta na pauta da discussão da mobilidade urbana…

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Exigindo infraestrutura de baixo custo, a bicicleta aparece como alternativa não poluidora, colaborando para a fluidez no trânsito e ocupando pouquíssimo espaço para estacionar. É boa para o administrador público pela diminuição de custos globais, da saúde à manutenção viária. O cidadão, por sua vez, se beneficia em vários sentidos: enquanto se desloca de bicicleta pela cidade exerce uma atividade física que faz bem à sua saúde, tornando-se mais disposto, bem-humorado e fisicamente em forma, ao mesmo tempo em que economiza em gastos que teria com o automóvel, incluindo combustível, manutenção e estacionamentos.
Meio de transporte barato, eficiente e não poluente, a bicicleta consome pouquíssima energia, faz pouquíssimo ruído e seu impacto por onde passa praticamente inexiste. Ela ajuda a manter a cidade limpa e com um trânsito livre, promovendo melhora a qualidade de vida não apenas para os usuários. Está em consonância com a preservação do meio ambiente e se integra a ele harmonicamente, ao contrário dos outros meios de transporte, que comumente produzem resultados nocivos às pessoas e ao ambiente, de modo geral.

 

diferenca no transito-bikelock

Espaço que ocupam no trânsito


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Energia no Transporte Eficiente

 

Andar de bicicleta pode trazer inúmeros benefícios, tanto pontuais quanto globais, e todos visíveis e eficientes:
– Não há emissão de qualquer gás ou outro componente dos combustíveis fósseis, além de conferir mais velocidade ao usuário, já que não é necessário ficar horas parado no trânsito.
– Favorece a mobilidade urbana eficiente, já que ocupa muito pouco espaço, evita o congestionamento, e, além disso, não danifica a estrutura das vias, evitando gastos com sua recuperação.
– Promove condicionamento físico e mental.
– Contribui para a Saúde Pública, indo além da questão de mobilidade. Andar de bicicleta evita o sedentarismo e pode reduzir problemas e gastos com doenças como obesidade, cardio-respiratória e outras.

10 razões para andar de bicicleta

 

A mobilidade sustentável, nesse sentido, é uma questão que aparece entre as principais preocupações das políticas públicas relacionadas ao trânsito urbano, e faz parte do desenvolvimento sustentável, ou seja, aquele que harmoniza o imperativo do crescimento econômico com a promoção da equidade social e preservação do patrimônio natural, garantindo assim que as necessidades das atuais gerações sejam atendidas sem comprometer o atendimento das necessidades das gerações futuras.
A bicicleta é esse recurso de mobilidade sustentável e o reconhecimento de todos esses benefícios tem promovido uma série de medidas, por parte do Estado e da iniciativa privada, na direção da promoção do seu uso. Entre elas citam-se o aumento do número de ciclovias, sobretudo nas grandes cidades, o estabelecimento de ciclofaixas, entre outras.

estimativa

Há que se considerar, entretanto, uma estimativa assustadora: muitos ciclistas tem sido atacados de forma violenta por bandidos que levam suas bicicletas e/ou o que mais o usuário portar. Isso equivale a dizer que, ao lado dos riscos previstos, de quedas e de acidentes, sobretudo relacionados à violência do trânsito, excessivamente marcado por altas velocidades, o público usuário torna-se vulnerável a assaltos e furtos, o que ocasiona obviamente um abalo financeiro importante e até mesmo um risco à própria vida.
Eis a razão para dotar a bicicletas de um sistema de registro e monitoramento…

 

Cadastramento e monitoramento de bicicletas

Cadastramento e monitoramento de bicicletas

Ataques a ciclistas tem sido registrados, especialmente em grandes cidades. Em muitos casos os usuários são feridos, ou até mortos, como ocorreu com o médico Jaime Gold, quando o mesmo pedalava na Lagoa Rodrigo de Freitas, no Rio de Janeiro, na noite de 19 de maio de 2015. O evento teve um triste desfecho e denunciou um risco infelizmente não isolado, inclusive com relatos de ataques semelhantes no mesmo local.
Naturalmente o fato do médico mencionado ter tido sua vida ceifada anula a importância do furto da bicicleta no evento citado. Vale dizer que os adolescentes envolvidos tinham histórico de roubos de bicicletas (como foi observado). Entretanto as autoridades envolvidas ressaltaram que não haviam dados que os pudesse levar aos proprietários das bicicletas, o que ajudaria a compreender a verdadeira dimensão desse e de outros crimes.
Em julho de 2015 um casal que pedalava pela Rodovia Fernão Dias, em São Paulo, foi abordado e teve sua bicicleta roubada. Infelizmente foi mais um caso que resultou na morte de uma das vítimas e ninguém foi preso.
São apenas dois exemplos com resultados trágicos de uma estimativa que assusta, pois é muito frequente.
Um primeiro ponto a considerar diz respeito a um risco contra a vida e à propriedade que é real, e que parece ter sido negligenciado pelo poder público, ao mesmo tempo em que a violência em todas as esferas, sobretudo da vida pública, tem aumentado em todos os lugares, em especial nas grandes cidades. Cada vez mais cada vez frequentemente, pessoas, sobretudo jovens com passagens anteriores pela polícia, tem atacado cidadãos, em episódios de assalto, sem que as vítimas tenham a menor chance de reagir. Um segundo elemento que parece relevante diz respeito ao fato de que a prática moderna do ciclismo frequentemente está relacionada ao uso de modelos de alto custo (algo em torno de 5 mil reais ou mais). Nesse caso a vítima tem um prejuízo ainda maior, pois não existe qualquer controle sobre o paradeiro das bicicletas
Se por um lado voltamos a usar bicicletas e esse fato traz uma série de benefícios ao ambiente e aos usuários, e até mesmo ao administrador público, a longo prazo, por outro esse tipo de transporte coloca o cidadão em enorme risco à sua integridade econômica e pessoal, podendo lhe custar a própria vida.
Os eventos citados acima apenas evidenciam de maneira contundente o risco que apresentamos como fator de relevância para a abordagem de um sistema de registro e monitoramento das bicicletas, visando a manutenção de um hábito que tende a preservar a saúde e a vida, reduzindo ao máximo a risco a que se submetem os usuários, quando pedalam.

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É nessa base que se fundamenta o sistema BIKELOCK, que propõe o aumento da segurança dos usuários, por meio do registro único de ciclistas e bicicletas, possibilitando a identificação da bicicleta e do dono, de forma rápida e simples, além de informar se a bicicleta é roubada ou não. A plataforma também permite contato direto com o dono da bicicleta roubada, criando possibilidades reais de devolução, caso ela seja recuperada.
Após o registro, que terá certificado de atributo digital ICP Brasil, a bicicleta ficará em nome do proprietário e somente ele poderá alterar ou cancelar o registro, acionar alerta de roubo e transferir a bicicleta para outra pessoa. Fazendo isso o proprietário estará contribuindo com o combate ao comércio de bicicletas roubadas/furtadas no Brasil.
O objetivo do sistema BIKELOCK é estimular a mobilidade urbana de maneira sustentável, promover a segurança do ciclista, combater o roubo, dificultar a comercialização e auxiliar na recuperação e devolução de bicicletas roubadas/furtadas no país.

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Geraldo Coelho – Ceo

Mello JustinDiretor de Relações Institucionais

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